
O Homem nas Estrelas do Rock Progressivo
1974. Toronto. Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart formaram uma das tríades mais improváveis do rock. Três músicos, som de dez, músicas de vinte minutos. O Rush não seguia regras. Criava as suas.
"2112", "Tom Sawyer", "The Spirit of Radio", "Subdivisions". Cada álbum era uma expedição para territórios que o rock nunca havia explorado. Ficção científica, filosofia, astronomia: tudo cabia nas letras de Neil Peart.
O Starman, figura humana dentro de uma estrela de cinco pontas, foi apresentado no épico conceitual 2112 (1976). Símbolo de individualidade contra o coletivismo. Um homem sozinho, de pé, em desafio. Uma das imagens mais poderosas do rock progressivo.
Neil Peart, considerado o maior baterista de todos os tempos por gerações de músicos, elevou a bateria ao nível de instrumento solo. Lee e Lifeson completavam uma máquina musical de precisão cirúrgica e emoção bruta ao mesmo tempo.
Esta placa traz o Starman em relevo 3D. Peça artesanal para quem sabe que o rock pode ser ao mesmo tempo técnico e transcendente.
De volta à estrela.
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