
O Príncipe das Trevas
1968. Birmingham, Inglaterra. John Michael Osbourne se juntou a Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward para criar algo que ninguém havia imaginado antes. O Black Sabbath inventou o heavy metal.
"Paranoid", "Iron Man", "War Pigs", "Children of the Grave". Riffs pesados, letras sombrias, presença de palco absurda. Ozzy era o centro disso tudo — a voz que definia o que significava ser diferente, ser intenso, ser real.
Depois do Sabbath, a carreira solo. "Crazy Train", "Mr. Crowley", "Bark at the Moon". Ozzy reinventou o rock nos anos 80 e nunca parou. Décadas depois, ainda é referência.
Esta arte circular em halftone captura a essência do Príncipe das Trevas: linhas que se dobram e formam um rosto inconfundível. Preto e branco, como o rock deveria ser.
Feita à mão, peça única, dois tons. Para quem nunca vai deixar de ser fã.
Ozzy na sua parede. Para sempre.
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